
O escritório de advocacia do porta-voz do Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), Pedro Pardal Henriques, recebeu propostas de quinze sindicatos, incluindo o SNMMP, para prestar assessoria jurídica mas só aceitou assessora quatro, de acordo com o “Público” desta sexta-feira, 9 de agosto.
“Fomos convidados por cerca de 15 sindicatos de várias áreas, fomos abordados pelos motoristas, depois pelos motoristas de passageiros, pela Rodoviária de Lisboa, que foi constituído hoje [ontem, quinta-feira], fomos procurados pelos Vigilantes e Seguranças de Portugal, cerca de 40 mil profissionais com o Estado a ter 55% da contratação e que vivem numa situação complicada. Estes foram os que aceitámos, mas fomos procurados por mais, por dois sindicatos da polícia numa ideia de unificar, pelos enfermeiros”, contou o advogado Pardal Henriques em entrevista ao matutino.
Na quinta-feira, ao início da noite, o SNMMP, pela voz de Pardal Henriques, disse que não vai desmobilizar e que a greve dos motoristas marcada para dia 12 vai acontecer. O Governo decretou serviços mínimos e tentou que a greve fosse desconvocado pela via negocial com os sindicatos e ANTRAM.
Sobre a greve, Pardal Henriques disse não ver cansaço nos motoristas, apesar de toda a polémica, e considerou que os serviços mínimos decretados pelo Governo são um “atentado claro a um direito dos trabalhadores constitucionalmente consagrado”.
O fundador do escritório International Lawyers Associated – Advogados RL mostrou-se satisfeito pelo apoio que a coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, e contou ter recebido apoio “de vários lados da política, de instituições”.
Sobre o facto de vir a ser candidato pelo PDR, partido de Marinho e Pinto, nas eleições legislativas apenas afirmou admirar a “postura que [Marinho e Pinto] teve como bastonário” da Ordem dos Advogados.
Questionado sobre o seu passado como empresário, Pardal Henriques disse que continua a ser um empresário. Assumiu que teve problemas no passado com uma empresa em São João da Madeira, mas afirmou ter feito “o melhor para ajudar”.
“Continuo a ser empresário, tenho empresas, sou bom pagador”, afirmou.
2019-08-09 10:04:10Z
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