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Friday, December 20, 2019

Mau tempo em Portugal. A situação ao minuto - RTP

Mau tempo em Portugal. A situação ao minuto - RTP

Depois de um dia e uma noite de sobressalto para muitas populações, fustigadas pelos ventos e chuva fortes e inundações provocadas pela depressão Elsa, são agora 12 os distritos de Portugal continental e a costa norte da Madeira que se encontram sob aviso laranja. O mau tempo causou pelo menos duas mortes.

9h55 - Estradas cortadas na Serra de Sintra Na zona de Sintra várias estradas estão cortadas ao trânsito devido a derrocadas.

O Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros, que ontem estiveram encerrados, poderão reabrir hoje.

9h50 - Vento arrancou placas exteriores e obrigou ao encerramento do MAATParte do teto da entrada do Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia, em Lisboa, ruiu devido ao vento forte e à chuva intensa.

Na altura do incidente, cerca das 19h00 de quinta-feira, não se encontrava ninguém no local.

Os trabalhos de limpeza estão a decorrer e de seguida vai ser realizada uma vistoria. As obras de recuperação só avançam depois.

Para já, o MAAT está encerrado por tempo indeterminado.

9h40 - Cortado troço do IC3 na cidade de CoimbraO troço do IC3 entre o Pinhal de Marrocos e a Ponte da Portela, na cidade de Coimbra, está encerrado ao trânsito devido à inundação da via, afirmou hoje fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS).

O troço do Itinerário Complementar 3 (IC3), situado junto ao Polo II da Universidade de Coimbra, foi cortado nas duas passagens interiores daquela estrada, que ficaram inundadas, disse à agência Lusa fonte do CDOS de Coimbra.

De acordo com a mesma fonte, há várias estradas condicionadas ou cortadas no distrito, mas "quase tudo estradas secundárias".

Devido ao mau tempo, registaram-se várias árvores caídas e algumas inundações de casas e garagens, mas sem necessidade de realojar pessoas, não havendo registo de qualquer ferido, afirmou fonte do CDOS de Coimbra.

Segundo fonte do Comando Territorial de Coimbra da GNR, as estradas que foram cortadas na quinta-feira na Lousã continuam condicionadas, por precaução, tal como estradas secundárias de outros concelhos do distrito de Coimbra, tais como Pampilhosa da Serra, Coimbra, Penela e Oliveira do Hospital.

A maioria dos cortes de estrada por inundação é temporária e regista-se em estradas secundárias "sem grande afluência de trânsito" na zona do Baixo Mondego, nomeadamente Soure e Montemor-o-Velho, referiu.

A circulação na ponte sobre o rio Mondego, na Figueira da Foz, que foi condicionada na quinta-feira à noite, continua restringida apenas às faixas interiores, uma em cada sentido, por questões de segurança devido ao vento, afirmou hoje fonte dos Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz.

9h30 - Último balanço aponta para mais de 6 200 ocorrências, 70 desalojados e dois mortos

Mais de 6.200 ocorrências foram registadas em Portugal continental desde quarta-feira na sequência do mau tempo, que provocou até ao início da manhã de hoje 70 desalojados, dois mortos e um desaparecido, segundo a proteção civil.

Num balanço feito à agência Lusa cerca das 9h00, o comandante Paulo Santos, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), explicou que foram registadas 6.237 ocorrências desde quarta-feira, com os distritos do Porto, Viseu e Lisboa a serem os mais afetados pelo mau tempo provocado pela passagem da depressão Elsa.

O responsável destacou como ocorrências principais as quedas de árvores, movimentos de terras, inundações e quedas de estruturas.

Foram ainda ativados o plano municipal de emergência da Mealhada e o plano distrital especial de cheias de Coimbra.

Entre as 00h00 e as 07h00 de hoje a Proteção Civil registou 353 ocorrências.

"Há um ligeiro desagravamento, porém as ocorrências irão aumentar durante o dia pois naquelas estradas onde as quedas de árvores não afetaram ninguém, de manhã, quando as pessoas começarem a sair de casa, vão encontrar obstruções", afirmou Paulo Santos.

9h25 – Zona de Miragaia inundada Na cidade do Porto, a zona de Miragaia, a mais baixa em relação ao rio Douro está completamente inundada.

Há várias casas e bares que estão completamente inundado devido à subida do nível das águas do Douro.

A maré começou a subir cerca das 5h30.

No local estão vários elementos da Polícia Marítima e bombeiros Sapadores do Porto a verificar se existem pessoas que necessitem de ajuda.

A equipa da RTP contatou que na zona da Afurada, na margem oposta do Douro, várias viaturas estavam a ser retiradas.

9h10 - Muro desaba em Lisboa Um muro junto ao antigo terreno da Feira Popular de Lisboa, na zona de Entrecampos desabou.

Foto: DR


Foi criado um perímetro de segurança junto ao local.

9h00 - Buscas para encontrar desaparecido em Castro D’Aire As buscas para encontrar o condutor de uma retroescavadora em Castro D’Aire prosseguem esta manhã. A retroescavadora foi arrastada pela encosta até ao rio, na altura em que o condutor estava a desobstruir uma estrada.
8h50 - Elsa parte e chega o Fabian

Depois da depressão Elsa que tem afetado o território nacional nos últimos dias vem a caminho de Portugal a depressão Fabian.

As regiões Norte e Centro deverão continuar a ser as mais afetadas.

É esperada chuva e fortes rajadas de vento que podem oscilar entre os 90 e os 125 quilómetros por hora.

Está também prevista uma acentuada agitação marítima, em especial no litoral norte.

O tempo deve começar a melhorar a partir de domingo.

8h40 - Retomadas as ligações fluviais no Tejo

As ligações fluviais entre Lisboa e a margem sul do Tejo já foram retomadas. Na estação fluvial do Terreiro do Paço esta manhã vivia-se uma situação de normalidade.
8h30 - Rio Douro galgou margens nas zonas ribeirinhas do Porto e GaiaO rio Douro galgou hoje as margens e inundou zonas ribeirinhas de Vila Nova de Gaia e do Porto, disseram à Lusa fonte dos Bombeiros e da Polícia Marítima.

De acordo com os Bombeiros Sapadores de Gaia, que registaram um total de 21 ocorrências durante a madrugada devido ao mau tempo, o Douro está já a alagar as zonas do Areinho e Afurada.

"Estamos a aguardar para ver o que acontece com a subida da maré, cerca das 9h30", disse a fonte.

Também a Polícia Marítima disse à Lusa que se registou "uma subida excessiva do nível da água", do rio Douro que está alagar "zonas pedonais" do Porto e Gaia.

A fonte explicou à Lusa que a subida da água foi gradual, tendo galgado as margens cerca das 5h30.

8h04 - Água invadiu o centro histórico de Águeda A passagem da tempestade Elsa por Águeda deixou a baixa da cidade inundada. Há dois rios a atravessar a cidade do distrito de Aveiro. O Águeda transbordou pouco depois da meia noite. Não há registo de vítimas, mas há danos materiais. Ao início da manhã, a água ainda tinha 30 a 40 centímetros de altura. Nas últimas horas o volume de água tem vindo a diminuir.

Os comerciantes fazem agora o balanço aos estragos causados pela depressão Elsa.

Desde 2016, que a população de Águeda não vivia uma situação de cheias.

8h00 - Noite de vento e chuva


Retomamos aqui o acompanhamento ao minuto da evolução do estado do tempo no país.

O aviso vermelho, o mais alto de quatro níveis, que se mantinha ativo nos distritos de Viseu, Guarda, Castelo Branco, Coimbra e Aveiro, devido a rajadas de vento, foi retirado cerca das 3h00 desta sexta-feira.

Até ao meio-dia estão com aviso laranja - o segundo mais grave da escala -os distritos de toda a costa continental e a costa norte da Madeira, pelo perigo de agitação no mar. O mau tempo em todo o país, causado pela depressão Elsa, já provocou mais de 5.400 ocorrências, a maioria quedas de árvores, de acordo com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

Leiria, Santarém e Portalegre estão ainda sob aviso laranja devido às previsões de precipitação forte entre as 12h00 e as 15h00, nos dois primeiros casos, e entre as 12h00 e as 18h00, para Portalegre.

O Instituto Poruguês do Mar e da Atmosgera colocou também Guarda, Castelo Branco e Évora sob aviso amarelo - o terceiro da escala - por causa do vento - e até às 12h00 nos distritos mais a norte e, em Évora, devido ao vento (até às 18h00) e à chuva (até às 6h00).

Ao início da manhã desta sexta-feira, o mapa do instituto mostrava apenas três distritos a verde, ou seja, sem avisos relativos às condições do tempo: Viseu, Vila Real e Bragança.

Fabien chega sábado

Entretanto, o IPMA alertou também para os efeitos de uma nova depressão, denominada Fabien, que atingirá Portugal no sábado. O Norte e o Centro serão as zonas do país mais afetadas por esta depressão, estando previstos intensos períodos de chuva e fortes rajadas de vento.

A nota refere ainda que haverá "vento forte de sudoeste", prevendo-se que as rajadas atinjam valores de 90 quilómetros por hora no litoral norte e centro e 120 quilómetros por hora nas terras altas.

"A agitação marítima associada ao Fabien irá também fazer-se sentir na costa ocidental, em especial no litoral norte", acrescentou a nota.

Contudo, prevê-se que os efeitos da depressão Fabien não apresentem em Portugal continental a mesma intensidade do que os da tempestade Elsa, "em particular em termos de vento e com mais significado em termos de precipitação".

Estas depressões que atingem a Península Ibérica estão a provocar o vento muito forte que se faz sentir em Portugal e Espanha desde quinta-feira à noite. O IPMA prevê uma melhoria gradual do estado do tempo a partir de domingo.

Buscas em Castro Daire

Às 8h00 desta sexta-feira deverão ser retomadas as buscas de uma pessoa que está desaparecida desde a noite de quinta-feira em Castro Daire, devido ao mau tempo. Uma informação adiantada à Antena 1 pelo Comando Distrital de Operações de Socorro.

Segundo a Proteção Civil, trata-se do tripulante de uma máquina retroescavadora que ia a circular quando houve um deslizamento de terra que terá empurrado a máquina. Este acidente ocorreu na estrada nacional em Ribolhos, Castro Daire. A via está cortada.

Ainda em Viseu uma pessoa morreu depois da derrocada de uma casa em Castro Daire. Uma outra pessoua perdeu a vida em Canha, no concelho do Montijo. Uma queda de árvore provocou o despiste de um camião e a morte do condutor.

O comandante Rui Laranjeira, da Proteção Civil, fez o último balanço das ocorrências até às 23h00 de quinta-feira.


Antena 1

Há ainda meia centena de desalojados.

Família realojada em Águeda

Em Águeda uma família teve de ser realojada devido às inundações que se fizeram sentir.

O presidente da autarquia, Jorge Almeida, fez ainda um ponto e situação onde admitiu que apesar de tudo ter acalmado existem estradas cortadas.


Antena 1

Em Lisboa

A circulação ferroviária na Ponte 25 de Abril está normalizada, só não podem circular camiões com lonas e motos. Na ponte Vasco da Gama a velocidade máxima é 80 km/hora.


As ligações fluviais entre Lisboa e a margem sul do Tejo foram restabelecidas cerca das 6h00, depois de terem sido suspensas na quinta-feira por causa do mau tempo, segundo a Transtejo/Soflusa.

A Transtejo assegura as ligações fluviais entre o Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão a Lisboa, enquanto a Soflusa garante a travessia entre o Barreiro e o Terreiro do Paço (Lisboa).

Também regressou ao normal a circulação na linha entre Pinhal Novo e Palmela.

A norte

Na Linha do Vouga a circulação ferroviária está suspensa entre Massinhata e Cernada.

Na Linha do Minho uma árvore caiu sobre uma catenária e a circulação de comboios entre Ermesinde e Contumil está a ser feita em apenas por uma via.

Na cidade do Porto, ficou restabelecida desde as 23h00 de quinta-feira a circulação do Metro entre as estações da Levada e de Fânzeres, em Gondomar.

Energia afetada

A energia foi também afetada: 157 linhas de alta e média tensão ficaram avariadas

A porta-voz da EDP admitiu a existência de uma situação difícil.

Fernanda Bonifácio, porta-voz da EDP, que admitiu a possibilidade de um reforço das equipas. A última informação dava conta da existência de 1200 operacionais no terreno.

Segundo um comunicado da elétrica, Santarém, Coimbra, Viseu e Leiria eram às 23h00 de quinta-feira os distritos mais afetados.

Comunicações difíceis

Telefonar também ficou mais difícil. As comunicações estão a ser afetadas.

A Vodafone tem o serviço de rede móvel indisponível em algumas regiões do Centro e Norte do país devido a falhas de energia elétrica. Uma informação avançada à agência Lusa por fonte oficial da Vodafone.

A NOS diz que a passagem da depressão Elsa teve um impacto ligeiro nos serviços da empresa com maior intensidade na região Norte durante a manhã de quinta-feira.

A Altice diz que tem mais de 500 técnicos no terreno e que já recuperou uma grande percentagem dos clientes afetados.

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2019-12-20 09:58:00Z
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